Transporte e pobreza

Qual a relação entre transporte e pobreza? Este é o tema central do texto Transporte Urbano e inclusão social: elementos para políticas públicas, de Alexandre de Ávila Gomide (IPEA), que configura-se como interessante material de estudo para movimentos sociais.

“Apesar do reconhecimento da importância da provisão adequada dos serviços essenciais como instrumento de combate à pobreza e de promoção da inclusão social, este tema é pouco abordado no Brasil, especialmente quando se trata dos serviços públicos de  transporte coletivo urbano. Este texto tem como objetivo provocar a reflexão da  comunidade técnica sobre a premência do tema, oferecendo elementos para a formulação de políticas públicas para o setor. O trabalho está basicamente dividido em quatro seções, além da introdução. Na primeira, são discutidos os conceitos de pobreza e exclusão social, seguido de uma rápida caracterização da pobreza urbana brasileira. Na segunda, abordam-se as relações entre transporte urbano e pobreza, em particular os impactos do transporte sobre a renda familiar, as oportunidades de trabalho e as decisões de moradia das populações de baixa renda. Na sequência, são debatidas algumas  questões consideradas essenciais para o enfrentamento dos problemas apontados, com vistas à formulação de políticas públicas. As conclusões reforçam a necessidade da construção de uma agenda de políticas para o transporte urbano no país sob uma nova perspectiva, tendo como ponto de partida o atendimento das necessidades e carências das populações mais pobres dos principais centros urbanos do país.”

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Uma resposta para Transporte e pobreza

  1. Otário disse:

    Na verdade o direito de ir e vir e as garantias constitucionais, transformam-se em mera hiprocrisia jurídica; sendo que legislativo trai o mandato popular, pois o cidadão dá um voto ao vereador, mas, as empresas de transporte dão dinheiro. O executivo é conivente, através da administração pública,sendo conivente, e por fim o sisterma judiciário não investiga, quando investiga não conclui, quando conclui, não pune. Por que a justiça também é eletizada. A sacanagem contra todos os que ocupam o transporte coletivo, vem de todos os lados do poder público,uma espécie de anestesia moral. As empresas de transporte exploram uma mercadoria valiosa:gente.Então não somos mais escravos dos portugueses, hoje evoluimos, e somos escravos de outros aproveitadores inescrupulosos! Pois ainda somos colônia!

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